Vale a pena fazer seguro de carro? Custo e quando contratar

Vale a pena fazer seguro de carro? Veja custo médio, riscos de rodar sem proteção e quando contratar compensa, mesmo em carro antigo.
Resumo:

Mais de 71% dos veículos no Brasil circulam sem seguro, o que expõe os motoristas a prejuízos elevados em caso de roubo, furto, incêndio, alagamento ou colisões. Embora o custo varie entre 4% e 8% do valor do automóvel ao ano, contar com essa proteção evita despesas inesperadas e desastrosas para o orçamento familiar — incluindo danos a terceiros. Avaliar uma simulação personalizada ajuda a entender se a apólice compensa para o seu perfil e porte de veículo.

A dúvida sobre fazer ou não seguro de carro passa pela cabeça de quase todo motorista. E tem um dado que explica por que ela é tão comum: mais de 71% dos veículos brasileiros circulam sem seguro, segundo levantamentos do setor divulgados pela CNseg. 

Isso significa que cerca de 44 milhões de automóveis em circulação no país rodam sem qualquer cobertura contra roubo, furto, colisão ou outros imprevistos

Quanto custa fazer seguro de carro?

O seguro tradicional costuma representar entre 4% e 8% do valor do veículo por ano. Para um carro de R$50.000, isso fica em torno de R$2.000 a R$4.000 por ano. Num de R$100.000, pode chegar a R$8.000.

Para muitas famílias, esse valor pesa no orçamento. O resultado é previsível: boa parte das pessoas prefere correr o risco a comprometer a renda mensal. O problema é que o imprevisto não avisa quando vai chegar.

Exemplo prático: O que você arrisca ao rodar sem proteção?

Imagine a história do João. Ele depende do carro diariamente para ir ao trabalho, levar os filhos na escola e resolver tarefas da rotina. Um dia, em um cruzamento movimentado a caminho do trabalho, ele se distrai por um segundo e colide na traseira de um SUV importado.

O impacto danifica a frente do carro do João e o para-choque, porta-malas e sensores do outro veículo. Ninguém se feriu, mas o prejuízo material veio rápido:

Sem nenhuma proteção (seguro ou proteção veicular), essa conta de R$30.000 cai integralmente no bolso do João. Para quem não tem esse valor guardado em uma reserva de emergência, as consequências imediatas podem ser pesadas:

A mesma lógica vale para outros imprevistos:

Roubo ou furto

A sensação de insegurança no trânsito não é exagero. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 mostram que o Brasil registrou 308.440 ocorrências de roubo e furto de veículos ao longo do ano passado. Na prática, isso significa que, em média, um veículo foi roubado ou furtado a cada 1 minuto e 42 segundos no país.

Ficar sem qualquer tipo de proteção significa aceitar a chance de perder um patrimônio conquistado com esforço a qualquer momento do dia, e ter que arcar sozinho com esse prejuízo de uma hora para outra.

Incêndio ou alagamento

Perder o veículo em um evento natural ou falha mecânica sem qualquer chance de reaver o valor investido.

Danos a terceiros

Causar um acidente que atinja um muro, um poste ou outro veículo e ser acionado judicialmente para arcar com os reparos.

O seguro existe justamente para fazer a transferência de risco. Em vez de você assumir um prejuízo imprevisível e devastador no seu orçamento, você paga um valor previsível para que a instituição financeira assuma a conta quando o imprevisto acontecer. 

"Meu carro é antigo, compensa segurar?"

Essa é uma das frases mais comuns em quem pensa em dispensar a proteção. Mas vale virar a conta. Mesmo um carro de menor valor de mercado gera um custo alto de reparo depois de uma batida, e o dano causado a terceiros não depende da idade do seu veículo.

Se um carro popular bate num modelo caro, o prejuízo com o terceiro pode ser muito maior que o valor do próprio carro antigo. É aí que a cobertura de danos a terceiros faz diferença. Vale lembrar que o Seguro Suhai aceita diferentes anos e modelos de veículo, o que amplia as opções para quem tem carro mais velho.

Como saber quanto ficaria no seu caso

Preço de seguro não é número fixo. Ele varia conforme o perfil do condutor, o uso do carro e a região onde ele circula. Por isso, a melhor forma de tirar a dúvida é ver o valor para o seu caso concreto. Você pode fazer uma simulação rápida do seguro Suhai e comparar com o risco de ficar sem proteção.

Então, para quem o seguro vale a pena?

Vale a pena para quem usa o carro no dia a dia, depende dele para trabalhar ou não tem reserva para cobrir um prejuízo de milhares de reais do nada. Quanto maior o impacto de um imprevisto na sua vida, mais o seguro se justifica.

Conclusão

Fazer seguro de carro é menos sobre o preço da mensalidade e mais sobre o tamanho do prejuízo que você aguentaria sem ele. Rodar desprotegido pode parecer economia, até o dia em que um roubo ou uma colisão transforma a conta em dezenas de milhares de reais.

E se mesmo assim a decisão ainda parecer difícil de tomar sozinho? A SÓ Multas acompanha o motorista em mais etapas da estrada, inclusive na proteção do veículo. 

Para entender qual opção faz sentido no seu perfil, fale direto com a equipe de seguros. E se a sua preocupação agora for multa ou pontuação na CNH, seguimos defendendo o seu direito de dirigir: entre em contato.

Perguntas frequentes

Quanto custa, em média, o seguro de carro?

Em geral, de 4% a 8% do valor do veículo por ano, mas o preço varia conforme perfil, uso e região.

Vale a pena fazer seguro de carro antigo?

Sim, em muitos casos. A cobertura de danos a terceiros protege contra prejuízos que não dependem da idade do seu carro.

Como descubro o valor do seguro para o meu carro?

A forma mais segura é fazer uma simulação com seus dados, já que o preço depende de perfil, uso e região.

O seguro cobre roubo e furto?

Pode cobrir, desde que essa cobertura esteja contratada na apólice. Sempre confira o que foi incluído.

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